Libertas - Revista Brasileira de Estudos em Políticas Penais
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Revista Brasileira de Estudos em Políticas PenaisGrupo Editorial Letramentopt-BRLibertas - Revista Brasileira de Estudos em Políticas Penais2965-131XAutores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.Editorial
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João Vitor Rodrigues Loureiro
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2026-03-152026-03-1531RESENHA:
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Cinara de Avila Fiss
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2026-03-152026-03-1531Produções Recentes
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<p>Nesta Seção, Libertas abre espaço para a divulgação da produção científ ica mais atual sobre o tema das políticas penais. A intenção da Seção é proporcionar um espaço de divulgação de produções em programas de pós-graduação do país, com algum tipo de interface com o campo das políticas penais.</p>João Vitor Rodrigues Loureiro
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2026-03-152026-03-1531ENTREVISTA
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<p>Libertas – Revista Brasileira de Estudos em Políticas Penais realizou, no primeiro semestre de 2025, entrevista com o Professor Raymund E. Narag, professor associado do Departamento de Criminologia e Justiça Criminal da Southern Illinois University (EUA) e um dos mais reconhecidos especialistas internacionais em justiça criminal e administração prisional das Filipinas. Sua trajetória singular — da prisão à docência universitária — tornou-se referência para a reforma institucional das instituições prisionais.</p>Rafael Barreto
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2026-03-152026-03-1531ARRANJOS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PENAIS
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<p>Esse artigo propõe uma reflexão sobre as atualizações da gestão prisional nos estados brasileiros, sobretudo nos arranjos organizacionais do órgão responsável por esta política. Propõe, também, uma análise sobre a vinculação profissional do gestor que responde pela pasta. Interessa-nos compreender em que medida a criação dos órgãos de gestão da política prisional representa uma oportunidade de qualificação das políticas penais ou, por outro lado, a sua subsunção aos mesmos modos de operação da política prisional, sobredeterminados pelo feixe da Segurança e, mais recentemente, centralizados na constituição da carreira da polícia penal. Para tanto, o artigo faz um mapeamento das 26 unidades da federação e o Distrito Federal, e seleciona quatro estados como estudo de caso. Os dados e as análises apresentados apontam para nova etapa de configuração da <em>burocracia penitenciarista</em>, atualizando as estratégias de equilíbrio entre a produção do Direito e suas formas de violação.</p>Walkíria Zambrzycki Dutra Felipe Athayde Lins de Melo
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2026-03-152026-03-1531Da Política Penitenciária à Política Penal: trajetórias
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<p>RESUMO: No Brasil vem sendo proposta, estruturada e estimulada nova perspectiva política para atuação do sistema de justiça penal. Denominada Política Penal, orienta-se tanto por um redimensionamento da arquitetura institucional, como pelo reorientar das sensibilidades e práticas de atores públicos e da sociedade civil em relação ao punir/responsabilizar em democracia. Tendo tal perspectiva como cenário, a pesquisa que subsidia esse estudo propõe-se a seguinte questão: A Política Penal é um novo paradigma de Política Pública em relação à questão penitenciária brasileira? Neste texto se apresentam os resultados de sua primeira etapa, a qual envolveu a elaboração de um quadro descritivo da constituição e trajetória da Política Penitenciária no país, bem como reflexões acerca da construção de saberes em relação ao tema. As estratégias utilizadas foram a pesquisa bibliográfica e documental.</p>Luiz Antônio Bogo Chies
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